Arquivo do mês: setembro 2016

A história de uma bailarina adulta 1 – repost do Mundo Bailarinístico!


Hoje eu vou contar uma história que pode te inspirar. Na verdade a história já foi contada pela bailarina, lá no blog de ballet “Mundo Bailarinistico”, da querida Dryelle Almeida.  Aqui: http://www.mundobailarinistico.com.br/2016/09/voce-no-mundo-bailarinistico-giovana.html#comment-form_3195599984564195514

Mas eu me lembro com a mesma emoção do dia… e então conversando no inbox do face com a Giovana ela me autorizou a postar aqui também!

Nos conhecemos no 1º Workshop de Consciência do Movimento para a prática do ballet clássico – para adultos, que faço em parceria com o Mundo Bailarinístico! Lá 35 mulheres contaram suas histórias, todas emocionantes, cheias de vontade de ir além no conhecimento que só o ballet nos proporciona… Conhecermos a nós mesmas!

Daí vem essa linda… e linda mesmo. Toda tímida quase jogada atrás da parede… e eu vendo um certo desconforto digo, não precisa dizer… mas ela disse: vou contar! (ainda bem)… E, eu só fui até ela para buscar o papel, onde ela contou um pouco mais de como ama o ballet.

Olha a história dessa linda:

” Fui uma criança muito tímida, mas minha vida sempre foi muito ativa.

Fiz ballet na minha infância e por incrível que pareça, eu não tenho lembrança alguma. Apenas sei que desejada isso para minha vida, viajar pra fora do Brasil por meio da dança.

Um triste dia eu cai da sapatilha de ponta e rompi o tendão, logo, cirurgia.

Durante a recuperação peguei uma bactéria que me deixou internada por 180 dias, impossibilitando uma boa recuperação da cirurgia.

Durante esse tempo no hospital eu lembro de alguns momentos onde pessoas discutiam sobre a minha pessoa dizendo que eu não andaria mais, onde minha mãe chorava, onde eu me perguntava porque.

Esse tempo ruim passou, me deixou com o tornozelo inchado, pela não recuperação, e 140kg. Quando me vi no espelho eu só chorava, não saia de casa, tinha nojo de mim.

Com o tempo e muitos amigos fui melhorando e voltando a me socializar.

Tentei voltar a dançar achando que seria muito bem aceita e o que eu recebi como resposta foi: BAILARINA GORDINHA NÃO PARA EM PÉ NA CAIXINHA.
Abandonei meu sonho, joguei todas as lembranças que tinha referente ao ballet fora (roupas, sapatilhas, adereços, fotos) e fui estudar, trabalhar, estudar, trabalhar….
Nesse tempo fiz axé, emagreci um pouco, mas nunca mais pensei em dançar.

Até o dia no qual eu fui ao aniversário de uma amiga, em um lugar onde as pessoas dançavam dança de salão!  

Gostei, e fui procurar um lugar pra fazer aula. Encontrei o Studio Contratempo (Santos/SP). E como eu sou muito intensa, queria fazer de tudo, então, fui conhecendo todas as modalidades. Foi aí que eu conheci a Carol, minha professora de ballet, e, hoje, minha melhor amiga. Ela estava com um casaco da Unifesp escrito ‘psicologia’… Fiz algumas aulas e logo nos tornamos amigas.
Com a Carol, o desejo, e, a alegria pela dança, que estavam adormecidos, acordou. Uma turma maravilhosa que cresce a cada mês! 
Buscamos grupos de estudos, workshops, aulas teóricas. Tudo para melhorar a nossa dança.

E, em minhas buscas pessoais, surgiu a oportunidade de me formar no ballet adulto pela escola ‘Balé Jovem de São Vicente’! E, há três meses, corro atrás do meu sonho, podendo dizer: minha alma voltou a voar!

No workshop, que fiz com a Karen, tive o momento mais emocionante da minha vida de bailarina… onde eu tive a certeza de que eu posso, e de que fico, sim, em pé na caixinha…

É isso… segue em anexo a foto do momento mais que emocionante. 

Grande beijo”

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” No workshop, que fiz com a Karen, tive o momento mais emocionante da minha vida de bailarina… onde eu tive a certeza de que eu posso, e de que fico, sim, em pé na caixinha…”

 

Então… se inspirou na história da Giovana? Então sacode a poeira, busque um espaço onde se sinta acolhida, e busque diariamente realizar seus sonhos!

Se alguém lhe disser que você não pode, respire fundo, talvez seja a pessoa dizendo de forma bem errada que é ela quem não pode te ensinar. Não se apegue aos nãos. Busque as suas possibilidades e potencialidades. Não pare no outro, seja sempre você mesma.

As vezes temos que nos ausentar um pouco para que a busca possa sempre continuar e ser continua, assim como o ballet! Mas tenta não desistir, mesmo que a vontade seja avassaladora. Já te aviso de antemão que o caminho não é fácil. Mas te aviso de uma coisa: você vai se apaixonar por você mesma… essa é a mágica do ballet…

Quer fazer o mesmo workshop que a Giovana fez?

Teremos uma nova edição dia 16 de outrubro, aqui na sede do BalletAdultoKR®!

As inscrições são limitadas então entra no site e se inscreve! Vai ser uma honra receber você: http://www.loja.mundobailarinistico.com.br/pd-379e8a-workshop-de-consciencia-do-movimento-do-ballet-classico-para-adultos.html?ct=&p=1&s=1

Beijo enorme,

Karen Ribeiro

 

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A ansiedade nas aulas de ballet -pensando no dia a dia da bailarina adulta!


Eu tenho até uma plaquinha pendurada na parede da sala de aula que diz: “ansiedade menor que a técnica”. Um mantra que eu mesma repito para mim mesma. E mantra é mantra, a gente repete o tempo todo, para buscar a serenidade.

Na busca pelas formas fotografadas, esquecemos que uma forma é um momento dentro de um complexo movimento. A dança em si é movimento, e não, forma.

E como focar nosso trabalho no movimento e não na forma?

Domando essa tal de ansiedade. Como assim?

Não tenho fórmula para explicar, mas posso falar da minha experiência como bailarina e professora, de como aprendo diariamente lidar com a minha ansiedade.

Quem nunca ouviu um: que horror? – Seja ele pelo olhar do professor, pela feição do professor, ou de algum colega a quem admiramos, ou de um juri… Até mesmo do vizinho, colega de trabalho, “parente”, que chega com uma certa cara de deboche quando dizemos que fazemos ballet, sendo adultas. Se fosse a filha ou uma criancinha diriam: que bonitinha, ela quer ser bailarina (mesmo na apresentação, ok ser torta, é até mais aplaudida do que a gente quando se arrisca nos 32 fouettes e saem só 28!!!)…

Ou seja… cobrança número 1.

Noutro aspecto da vida, já adultas e mulheres, temos uma cobrança de sucesso, de entregas em prazos cada vez mais justos, embutidos muitas vezes numa concorrência desleal com um suposto machismo através de nossos cargos ou ambições profissionais… o que só nos aumenta essa tal de ansiedade para coisas perfeitas em tempos cada vez mais diminutos.

Daí vamos buscar algo para nós mesmas… e buscamos algo que nos traga de volta nossa essência mais interior… que nos resgate em leveza, pureza, elegância… E que tal o ballet clássico? Sempre sonhei… não pude, tive que parar, não tive como continuar.

Perfeito! Vamos buscar!

E lá estamos nós na frente daquele avassalador espelho, de meia calça clara, collant e sainha. Esse tal espelho… que me mostra mais do que esperávamos olhar… que nos faz entrar de encontro não com aquele interior e sim um exterior que muitas vezes não nos satisfaz, e de repente aqui estou eu buscando olhar para alguma coisa que eu realmente goste em mim.

Fora isso vem um passo que parecia “super simples e leve” no video e eu nem sei coordenar meus dedos dos pés com meu joelho esticando ou dobrando, sustentando meu abdomen, respirando… afffffffffffff. Treco difícil. Mas para mim não existe nada difícil, e começo a focar em formas… pois é assim que estou me informando e me formando…

Daí vem a ansiedade… porque atingir aquela forma, sem buscar pelos movimentos mínimos que compõe cada foto que focamos, fica muito complicado. Sem respirar e buscar o passo a passo, fica infinitamente estranho e esquisito… e eu logo desisto do que estou fazendo porque acho que não está bom.

É o ballet nasce de dentro para fora, mulherada. Passo a passo, da musculatura mais próxima do esqueleto, e como já estamos crescidinhas, já aprendemos a usar uma musculatura maior, com a qual nos movemos… Daí na ansiedade usamos elas, ao invés de buscarmos aquelas pequeninas e magrelas musculaturas tão escondidas…

Daí a gente tem que se silenciar… buscar calmamente… se permitir estudar de dentro para fora. Acalmar. E enfim, se permitir! Se permitir um caminho de aprendizado, de busca, de movimentos. E deixar as formas acontecerem nos clicks dos fotógrafos, que acontecerão pois no movimento correto a forma acontece!

Falou a bailarina em eterno aprendizado… e a professora?

A professora aqui aprende com a bailarina que se permite ser, olhando cada aluno e escutando o que seus corpos e olhares dizem… buscando ser movimento e não forma…

Reformulando-se diariamente… acalmando diariamente, baixando a própria ansiedade de ver alunas e alunos tão lindos no tempo de cada um descobrindo os movimentos e os transformando em dança…

Não é fácil trabalhar a ansiedade… rs ! E ela faz parte da arte, que nada mais é do que a lente de aumento da vida em sociedade…

Mas parabéns a cada mínima conquista diária… e acredite em seu professor quando vê o mínimo que você ainda não viu acontecendo… As vezes ate seu colega viu, pois ele também esta na mesma busca!!! Aceite os aplausos sinceros… é lindo ver uma bailarina nascer!!!

Texto: Karen Ribeiro

E aproveitando…

Se você quiser começar o ballet, ou voltar ou precisa renovar seu plano… Olha só:

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Testando a nova ponta da Capézio Brasil a “New York”, minha experiência!


Olá pessoas queridas!

Vim aqui hoje contar por escrito como foi minha experiência em sala de aula com a nova sapatilha da Capézio Brasil o modelo “New York”, e aproveitei para comparar com o modelo que uso da Gaynor Minden.

Vamos ver o que eu achei, mas antes preciso esclarecer algumas coisinhas para ficar mais claro tudo o que estou dizendo tá?

A Gaynor Mindem é uma marca de sapatilhas, e acessórios, que tem um monte, centenas de modelos. Como assim?  A Gaynor é uma sapatilha que a bailarina faz o molde do seu pé, pede seu peso e estatura, sua força e para a qual até sua experiência e técnica contam para seu melhor desempenho com a sapatilha. Você escolhe o grau de flexibilidade ou “dureza”, tamanho da caixa (espaço onde ficam os dedos até quase o metatarso), a altura da gáspea (da caixa), a altura do calcanhar, e a largura da sapatilha. Ou seja, mil opções.

Eu escolhi a gaynor rosa (intermediária em felxibilidade), com alturas regulares de gáspea e calcanhares, largura média, e box 4. A mais regular possível. Porque é a que eu uso e acho a mais confortável possível para mim.

Estou super acostumada com ela, tenho um trabalho diário de tecnica e treinos, tornozelos fortes e alongados, meia ponta de trabalho em pontas alta (subir e descer das pontas mantendo tornozelos alongados e dedos alongados durante o exercício e não apenas o subir na meia ponta).

Além disso tudo a Gaynor não vem com nenhuma costura e as fitas e elásticos por eles vendidos vem inteiros para que a bailarina faça sua melhor opção de onde e com costurá-los. Uma coisa muito boa, pois com o tempo cada bailarina vai se adaptando e desenvolvendo seus “tiques”de como gosta delas costuradas e como se sente mais segura e confortável para seu desempenho.

Pois bem a Capézio Brasil lançou um modelo de pontas que se chama “New York”, referência direta à sapatilha que acabo de falar e com mais investimento em estudo e ergonomia de todas as sapatilhas que tem hoje para oferecer.

Decidi experimentar para ver se é ou não uma opção mais em conta e nacional para nós!

Vai lá!

  • Capézio “New York”:

* Bonita – sim

* flexível – sim

* confortável – sim

* valor: super acessível,  na loja da Capézio: R$173,80

* Vem com fitas de elástico (excelente para não apertar sem necessidade o calcanhar de aquiles evitando futuras lesões, e deixando a fita mais confortável em nosso tornozelo, podendo ajusta-la sem deixa-la muito apertada ou frouxa). Porém já costuradas. Eu amo costurar minhas pontas, me deixa mais centrada, me permitindo entrar em meu nirvana pessoal e me concentrando para o que vou fazer com elas. Eu amo costurar minhas pontas.

* Elásticos – vem cortados em 4 o que faz com que vc os costure como uma sapatilha de meia ponta, em X. Eu particularmente não gosto. Prefiro o enlace do tornozelo, evita que a sapatilha saia do pé. Antigamente os elásticos não era tão bons (flexíveis e com resistência ao mesmo tempo, ou era um ou outro), então uma alternativa era fazer um laço de elástico na costura de trás e passar a fita por dentro para que a sapatilha não escorregasse e saísse do pé, principalmente para poder passar pela meia ponta. Se eu pudesse sugerir algo, sugeriria que a Capézio mandasse o elástico que acompanha a sapatilha sem estar cortado, permitindo que cada bailarina o costurasse como fosse de sua preferência…

* ponto mais que positivo: ao comprar a sapatilha a fita e elásticos estão inclusos no valor já pago, muito bom!

* não tem opção de flexibilidade é aquele modelo e ponto.Ou seja, para quem usa as flexibilidade de rosa a verde da gaynor, talvez não seja uma alternativa… As pessoas podem acha-la molde demais ou realmente ela puxar para o calcanhar, uma vez que a sapatilha muito flexível dificulta a manutenção do tornozelo alongado em seu grau máximo, tirando-o da direção dos dedos e trazendo-o para trás, o que “tira” a bailarina do eixo ideal.

* base da caixa muito reta. Esse é um ponto que eu terei que experimentar mais para poder falar mais sobre o assunto. O que de um lado permite maior estabilidade quando estamos em cima da ponta pode facilitar uma escada na “descida” para a meia ponta e calcanhar. Algumas bailarinas escorregam com mais facilidade, o que pode dependendo do que ocorrer no momento, não facilitar a descida pela meia ponta (o que exige um pouco mais de controle técnico) fazendo passar pelo piriquito (quando o pé fica com aspecto do bico do papagaio, rsrsrsr), ou escorregar mesmo (sem o controle do tronco pela manutenção do abdomen que sustenta a coluna dar certa instabilidade na descida). Mas para dizer mais sobre isso preciso usar mais! (COMPARANDO: A gaynor tem o acabamento da caixa de estabilidade menos reta, o que permite o deslizamento dos dedos como controle da caixa, mas de modo algum a Gaynor facilita a meia ponta, é preciso trabalho do corpo todo assim como exige o ballet.)

Comparativamente achei uma excelente opção.

Mais barata, mais bonita e com boa tecnologia. Mas depende de cada bailarina. Eu vou usar a minha e conto depois para vocês o que achei com mais uso!

Na minha fã page do facebook tem eu ao vivo testando as duas! Da uma espiadinha e me fala o que achou! Eu aceito sugestões e questões sobre o que quiser sugerir!

Aqui eu experimentando de fato a New York: https://www.facebook.com/karenribeiroballet/videos/vb.340131526067348/1136273973119762/?type=2&theater&notif_t=like&notif_id=1474057974200025

E aqui eu com uma Gaynor do modelo que prefiro: https://www.facebook.com/karenribeiroballet/videos/vb.340131526067348/1136286049785221/?type=2&theater&notif_t=like&notif_id=1474058917594586

Fiquem atentos ao meu canal no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UC1-BRe9Y3x26Y-FiRooHPcw  onde falarei mais sobre sapatilhas, curiosidades, e tudo o que for de ballet por experiência!!! Aceito sugestões!

Tem meu instagram onde posto diariamente snapsintas das aulas e de curiosidades da minha rotina de bailarina adulta!

Espero de verdade que eu tenha ajudado vocês!

E dancem, dancem muito! Isso transforma nossa vida!

Beijão a todos e obrigada por tanto carinho e reconhecimento!

Karen

 

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Sou condutora da Tocha Paralímpica! Muita emoção e honra!


É com muita emoção e orgulho que compartilho com vocês uma oportunidade única!

Fui selecionada entre milhares de indicados para ser uma das 745 pessoas a conduzirem a #TochaParalímpica #Rio2016 !

Como isso aconteceu?

Lá no começo do ano, o Banco Bradesco abriu uma sessão para que as pessoas indicassem quem elas achavam que as inspirava ou as representava para conduzir a Tocha nas Olimpíadas Rio 2016! Pois bem! Eis que uma aluna amiga me indicou… e justo ela com tanta história de superação! Aqui a história que ela contou:

“Minha professora de balé, a Karen Ribeiro, tem quase 40 anos e nasceu com um problema congênito, tem uma perna menor do que a outra que a princípio a impossibilitariam de dançar, contrariando todas as expectativas hoje ela é uma das melhores bailarinas do Brasil, até aí tudo bem se não fosse pelo fato de que ao querer dançar ela viu que poderia ajudar outras várias mulheres a realizarem os seus sonhos, independente da idade, corpo, doenças que porventura já tenham tido.

Ela então montou uma escola, onde ela ensina mulheres de todos os tipos a realizarem o seu sonho, a vencerem os seus preconceitos, a confiarem em si mesmas, a terem coragem de se superarem, de se respeitarem, enfim de se amarem mais.

Sou grata a ela que aos 58 anos, com problemas visuais e vindo de um câncer, me colocou no palco dançando nas pontas junto com o seu Corpo de Baile feito de gente muito especial, todas diferentes, mas com uma única certeza a de que a Karen leva muito a sério o nosso sonho.”

O nome desta linda mulher é Celina Dicolla! ❤ Gratidõa eterna por termos nossos caminho cruzados! Elas faz muito por todas as bailarinas adultas: recebe nossos convidados em sua casa e os cuida como a de um filho. Tem uma filha linda que faz parte do #GrupoKR que se apresenta como companhia experimental, e inclusive ela já ete oportunidade de dançar nas pontas junto com sua filha… ao vê-las juntas todos se emocionaram!

Para mim o que significa a condução da #TochaParalímpica:

Ana Botafogo, que dispensa apresentações e tem todo meu meu révérence, assim como Claudia Mota (primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, conduziram a Tocha Olímpica! Destacam-se como os atletas de ponta de nosso amado Brasil quem suas performances cujos tempos e perfeição nos afetam com inspiração e nos permitem sonhar com busca tão alto nível. Representaram os jovens e nem tão jovens bailarinos em perfeitas condições virtuosas para alcançarem recordes jamais pensados, dentro de nossa amada arte.

Pois bem… os atletas #paralímpicos se superam e tem índices tão altos quanto os atletas olímpicos, porém com suas dificuldades físicas e intelectuais não conseguem os índices iguais aos de cima, porém conseguem índices muito maiores que qualquer mortal perfeito que amador ou não, não conseguiria chegar aos índices de uma Olimpíada.

E eu a KR do Ballet Adulto representarei a nós mulheres, que com nossos corpos, idades e dificuldades da vida adulta, com superação de deficiencia físicas, doenças, dificuldades sociais, econômicas e emocionais, estamos ali, diariamente buscando esses índices cada vez melhores em nosso desempenho nesta arte amada. Isso me dá mais fôlego para ir além! Nos dá um lugar único neste lugar chamado mundo!

A toda bailarina adulta meu révérence pela busca diária pela superação e conquista.

Eu conduzirei essa tocha com o maior orgulho do mundo e serei uma colcha de retalhos de histórias de superação e de vida!

Espero todos vocês para estarem ao meu lado no dia 04 de setembro, domingo, no parque Ibirapuera!

Onde receberei meu uniforme a amada #TochaParalímpica :

Local: Escola Municipal de Astrofísica
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 10 – Parque do Ibirapuera
Horário: 15:30

Meu ponto do revezamento da #chamaparalímpica #transformação (a mensagem que a chama traz para São Paulo)
Data: 04/09/16
Cidade: São Paulo
Número de identificação: 086.
Referência: Poste de luz ao lado do orelhão Vivo
Horário de partida (previsão): 17:35

Vamos lá dá força para que esses atletas continuem lutando e inspirando com suas conquistas, nos mostrando que deficiencias e dificuldades servem para nos tornarmos mais fortes e humildes!!!

Posso contar com sua presença na minha condução? Já estou emocionada!!! ❤

Espero todos vocês!!! ❤

Um beijo muito carinho, um abraço de puro reconhecimento e gratidão, KR

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1º de setembro – Dia da Bailarina !


Gente é tanta coisa acontecendo!!!

Então vou começar parabenizando todas nós bailarinas:

Ela não tem linhas, ela não é magra, ela tá velha, ela não nasceu pro ballet.
Ela busca suas linhas, ela tenta alcançar um peso possível, ela não sabe a idade que tem, ela quer DANÇAR ballet.
Ela não quer fazer “ginástica”.
Ela ama e respeita o ballet. Ela não apelida o que faz. Ela o quer na sua essência mais pura.
Se inspira nas melhores e nos melhores.
Ela quando tá bailarina é um pouco egoísta, e fica nela, numa espécie de nirvana pessoal.
Ela vive sua dança, e o ballet para ela não é estilo de vida, é filosofia de vida.
Ela reverencia seus maestros, que por sorte e competência tem os melhores ou já os teve ao seu lado.
Ela é bailarina.
Gorda, velha, torta… Mas quando ela dança… Ela é seu coração em cena. Ultrapassando limites, amando cada detalhe, sendo princesa ou vilã, camponesa ou serva.
Na verdade ela não quer nada além de dançar…
Ela é bailarina!

Feliz 1o de setembro, dia da bailarina!

#bailarinaaos40 #balletclassico #filosofiadevida#alienadasim #balletlifestyle #classicalballet#balletadultokr #seusonholevadoaserio

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Minhas KRs lindas, mulheres bailarinas! Dani, Aline, Carla e Cris! ❤

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